Parece que os dias gelados não voltam mais – pelo menos, por enquanto. Antes de se empolgar com o calor e ir com tudo para a piscina e para o mar, confira algumas dicas que podem ajudar na sua segurança e na de seus filhos.

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A escolha da praia
Antes de tudo, é recomendado privilegiar uma praia que seja vigiada por salva-vidas para ser avisado rapidamente em caso de perigo. É bom também informar-se de eventuais correntes e da maré presentes na área. Além disso, é indispensável seguir os sinais de segurança presentes em bandeiras ou placas.

Nunca nade logo depois de comer
Um dos primeiros hábitos a adotar é de nunca nadar imediatamente depois de ter comido. Esperar uma hora antes de mergulhar seria uma lenda, contudo. O corpo precisaria ter digerido completamente a refeição para que não houvesse risco nenhum durante o banho – mas o processo dura ao menos 3 horas! O mais importante é não cair na piscina logo depois de ter comido, sobretudo uma refeição pesada. Além disso, é totalmente desaconselhado consumir álcool antes de nadar.

Considere sua forma física
Em caso de exaustão, problemas de saúde ou calafrios, melhor não entrar na piscina – ou até entrar, mas em um espaço e situação que não te exija muito esforço. Segundo o Inpes, a fadiga e os problemas físicos são responsáveis pela metade dos casos de afogamento. Se uma grande fadiga manifestar-se no momento do banho, é recomendado alongar-se para retomar as forças.

A vigilância de adultos é indispensável
Mesmo se a piscina possui um sistema de proteção, nada é tão eficaz quanto a atenção dos adultos. “Os adultos não devem pensar que um simples sistema de proteção seja eficaz contra os riscos de afogamento”, explica a especialista Joëlle Pulinx-Challet, da FFP. “Pelo contrário: convencer-se de que está livre de todo perigo por causa de uma barreira ou alarmes é ter o risco de que eles, de fato, aconteçam”, adiciona ela.

Multiplicar os sistemas de proteção
Segundo a profissional, “não existe sistema milagroso”. O melhor é combinar os sistemas. “O público pensa com frequência que uma barreira é o suficiente, pois ela representa um obstáculo físico. Mas, se não for bem fechada, ela não serve para nada. É com esse sistema que a ocorrência de acidentes torna-se mais iminente”, ela relembra. Vale também redobrar a segurança com um alarme, que alertará o adulto em caso de queda.

Usar corretamente os sistemas de proteção
Possuir um ou mais sistemas de proteção é importante, se forem ser bem utilizados, afirma a representante da FFP. “Se, por exemplo, uma piscina é equipada com uma cobertura, é preciso sistematicamente usá-la depois de nadar, e não aguardar até o fim do dia pensando que as crianças podem querer nadar mais um pouco”, ela sublinha.

Dar autonomia às crianças
Uma das melhores maneiras de prevenir riscos de afogamento é ajudar a criança a criar autonomia em uma bacia. “A piscina deve servir como um local de aprendizagem para a natação”, avança a especialista. “Quanto mais precoce for o aprendizado, menos os riscos de afogamento são iminentes”, ela afirma. Joëlle Pulinx Challet lembra também da iniciativa de nadadores e salva-vidas em popularizar a autonomia aquática, que ensina às crianças como chegas facilmente à borda da piscina com gestos simples.

Prudência com produtos infláveis
“Os produtos infláveis que servem para a flotação da criança so indispensáveis para os mais novos que não sabem nadar”, explica ela. Ela diz, contudo, para tomar cuidado com bóias que são um pequeno barco e que os pais sempre vigiem as crianças enquanto brincam. “Principalmente quando tivermos terminado de nos banhar: tiramos da água para evitar atrair outras crianças à piscina”, previne.

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Fonte: Relaxnews

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